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sábado, 28 de maio de 2011

Exposição "O Mundo Mágico de Escher"

Hoje eu visitei a exposição "O Mundo Mágico de Escher", no Centro Cultural Banco do Brasil. Segundo a descrição do artista no site do evento, "Escher ficou mundialmente famoso por representar construções impossíveis, preenchimento regular do plano, explorações do infinito e as metamorfoses - padrões geométricos entrecruzados que se transformam gradualmente para formas completamente diferentes".
As obras dele são muito interessantes e até um pouco desafiadoras. Se paramos para observar, podemos ficar horas tentando descobrir como ele conseguiu aqueles efeitos e no caso de algumas, a sensação de infinito. E é claro que nunca conseguimos descobrir rs.
A exposição estava bem legal mas estava muito, muito cheia. Infelizmente não consegui tirar muitas fotos, porque em cada obra tinha no mínimo quatro pessoas plantadas na frente. Isso porque dividiram em 3 andares. A entrada era gratuita, talvez aí esteja a explicação rs.
"O Mundo Mágico de Escher" já passou pelo Rio de Janeiro, Brasília e vai ficar aqui em São Paulo até o dia 17 de julho. Infelizmente a exposição não vai passar por outros Estados. Mas vale a pena procurar na net as obras dele e conhecer um pouco mais sobre o artista.
O motivo da minha visita foi fazer uma matéria para a facu. Assim que ela estiver pronta, vou postar lá no meu portifólio (ali do lado direito). Se vocês puderem visitar depois, eu agradeço :)
Enquanto isso, fiquem com algumas fotos...



































quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Revistas semanais se reinventam para atingir novo público

Com o crescimento da classe média os veículos notaram a necessidade de sair do óbvio


A classe C tem uma revista semanal específica no país desde 1994 (Ana Maria), e com ela, as editoras perceberam que esse público não poderia receber as mesmas matérias longas que eram habituais. Esses leitores desejavam informação, porém de forma curta e completa. Sabendo disso, alguns veículos passaram a adotar uma linguagem mais específica: unindo imagens e textos que pudessem contextualizar e informar simultaneamente. Hoje, as revistas preocupam-se em satisfazer as expectativas da nova Classe C. Em palestra realizada na Universidade Nove de Julho, no último dia 24, a editora colaboradora da revista Ana Maria, Alexandra Gonsalez, explicou que “O jornalismo de classe C é tão bom quanto qualquer outro. A diferença é que ele possui uma linguagem mais acessível, mas a apuração e a qualidade de conteúdo é a mesma. Isso não muda”.
Nesse tipo de jornalismo, assim como a linguagem, a capa e a diagramação são muito importantes. A arte da revista vai de encontro com o que o leitor quer ler, funcionando como um suporte para o texto. As capas dividem espaço nas bancas com vários outros produtos como doces, cigarros, livros, entre outros, e chamar a atenção é um grande desafio para as revistas. Elas não podem ser apenas bonitas, precisam passar a mensagem de uma forma que atinja o maior público possível. Um exemplo é a revista Runners Brasil, especializada em corridas. As capas sempre trazem modelos desconhecidos, para que o leitor se enxergue naquelas pessoas e se motivem a praticar o esporte.

"Alexandra Gonsalez e Mauricio Barros, editor chefe da revista Runners”

A preocupação da revista Ana Maria, por sua vez, é sempre destacar as principais notícias com uma tarja amarela, e manter os destaques da edição sempre do lado direito. Isso porque o encarte culinário fica localizado no lado esquerdo, e muitas vezes as revistas são vendidas lacradas. Desta forma, as informações principais não ficam “escondidas” pelas receitas.
Com linguagem objetiva e direta, as revistas aceleraram as vendas. A Ana Maria, por exemplo, já distribui quase 290 mil exemplares por semana (sendo que a revista não tem assinatura). A Classe C sem dúvida é a maior consumidora de revistas hoje, e todo o esforço em mantê-la consumindo não será em vão.
* Escrito em parceria com Juliana Tavares e Aline Fonseca. Cobertura da semana de comunicação jornalística da Uninove. Outro textos sobre o evento no: http://www.redacao.natario.com/search/label/VG-A611

terça-feira, 13 de abril de 2010

Exposição "Tão longe, Tão perto" - São Paulo


A Fundação Telefônica, em parceria com o Museu de Artes Brasileiras de São Paulo, está realizando a exposição “Tão longe, Tão perto”, que conta a história das telecomunicações no mundo, desde a invenção do telégrafo, até os dias de hoje. O objetivo da exposição é retratar como as telecomunicações contribuíram para o avanço da tecnologia no mundo e as transformações que ela causou na sociedade. O espaço é dividido em 5 núcleos e conta com um grande acervo de objetos raros, como uma réplica de um aparelho telefônico usado pelo imperador Dom Pedro II e o primeiro aparelho fabricado no Brasil, conhecido como SESA. Além disso, mostra algumas curiosidades, como por exemplo, o fato de que no dia 11 de junho de 2002, na resolução 269, a Câmara dos Deputados do Congresso Americano declarou que o inventor oficial do telefone é o italiano Antonio Meucci, e que Graham Bell, que até então era considerado o criador, na verdade achou os rascunhos do projeto no laboratório em que trabalhava com Meucci, e patenteou o invento em seu nome. A exposição oferece muita interatividade, é possível tocar em alguns aparelhos e apertar botões que, entre outras coisas, simulam mensagens em código Morse. “Tão longe, Tão perto”, fica em exposição até o dia 23/05/2010, de terça a sexta das 10h ás 20h e sábados, domingos e feriados das 13h ás 17h. A entrada é gratuita.